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Quem é Adriano Silva · CREFITO 232483-F

Cuidar de pessoas, não apenas de sintomas.

Adriano Silva é fisioterapeuta, terapeuta integrativo e criador do Método TEP — Terapia de Expansão Pessoal. Sua trajetória nasceu de uma inquietação: entender por que algumas dores permanecem mesmo quando o corpo parece estar bem.

Ao longo de mais de 10 anos à frente da Clínica Adriano Silva e de mais de 30 mil atendimentos, formações e experiências de autoconhecimento, desenvolveu uma forma própria de cuidar. Ela aproxima ciência, terapia manual, respiração, emoções e consciência, sempre respeitando a história e o tempo de cada pessoa.

“Meu papel não é exercer poder sobre alguém. É criar condições para que cada pessoa compreenda melhor o próprio corpo e encontre caminhos possíveis.”
Conversar com a clínica 
Adriano Silva, fisioterapeuta, sorrindo
Princípios do cuidado

O que orienta
cada encontro.

Na clínica, a espiritualidade não se apoia em respostas prontas: aparece na forma de escutar, acolher e assumir responsabilidade pelo cuidado.

01

Corpo em contexto

O corpo, as experiências e a rotina são escutados juntos, sem reduzir uma pessoa a uma lesão.

02

Presença que acolhe

A relação de cuidado começa pela escuta e pelo respeito ao ritmo de quem chega.

03

Aprendizado contínuo

Ultramaratona, retiros de silêncio e práticas contemplativas fazem parte de uma busca por entendimento, não de uma prova de força.

Método TEP · Terapia de Expansão Pessoal

Dor é real.
E merece contexto.

A dor é uma experiência pessoal e pode ser influenciada, em diferentes graus, por fatores biológicos, psicológicos e sociais. Isso não significa que ela seja “apenas emocional”, nem autoriza atribuir uma causa única sem avaliação.

Por isso, na avaliação, podem entrar em conversa movimento, respiração, sono, rotina, experiências anteriores, objetivos e o que a própria pessoa percebe. A importância de cada aspecto muda de caso para caso.

“Não lutamos contra o corpo. Procuramos compreender o que ele está tentando proteger e construir outras possibilidades com você.”
Etapas possíveis do cuidado

Quatro movimentos,
um caminho conversado.

O processo não serve para dar um diagnóstico pelo site. Ele mostra como a clínica organiza o cuidado.

01
Reconhecer

Avaliação clínica e escuta do que está acontecendo no corpo e na vida, sem encaixar a sua experiência em uma explicação pronta.

02
Criar mais possibilidades

Toque terapêutico, técnicas manuais, movimento, respiração e educação em dor podem compor o cuidado quando fizerem sentido para a sua avaliação.

03
Levar para a rotina

O tratamento não se limita à maca. Você reconhece recursos e escolhas para experimentar entre os encontros, no seu próprio ritmo.

04
Reavaliar em conjunto

Mudanças, dificuldades e próximos passos são observados juntos. Alta, manutenção, continuidade ou encaminhamento são decisões construídas de forma responsável.

As ferramentas por trás do cuidado

Técnica é ferramenta.
Quem organiza é a escuta.

O TEP reúne referências de várias abordagens. Quem define o caminho é a avaliação, o seu objetivo e a reavaliação ao longo do processo.

01 / 07

Microfisioterapia

Um toque e uma palpação muito delicados, usados como linguagem de percepção corporal.

Os estudos disponíveis são pequenos e específicos; não comprovam memória celular, diagnóstico pela palpação ou cura.

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02 / 07

Acupuntura

Agulhas finas podem ser usadas em alguns planos de cuidado.

Há possíveis benefícios modestos para dores e condições específicas, mas o efeito varia e não é uma promessa para toda doença.

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03 / 07

Abordagens biodinâmicas

O nome pode descrever práticas diferentes de toque suave, voltadas a conforto e percepção.

Não falamos em energia comprovada, trauma armazenado ou resultado garantido.

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04 / 07

Terapia manual

Mobilizações, tecidos moles e massagem podem ter objetivos diferentes. A clínica explica qual recurso está sendo usado e o que é possível observar.

Sem prometer cura.

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05 / 07

Respiração

Uma respiração confortável pode apoiar a percepção de calma para algumas pessoas.

Nunca é forçada, universalizada ou apresentada como tratamento isolado.

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06 / 07

Movimento

Exercícios são escolhidos, dosados e reavaliados conforme função, segurança, preferências e o que você deseja voltar a fazer.

A dose e a progressão importam tanto quanto o nome do exercício.

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07 / 07

Corpo e emoções

Conversamos sobre estresse, história e comportamento.

Sem impor um mapa fixo entre emoção e dor, nem transformar sensação em diagnóstico.

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O que une tudo: presença, segurança, clareza sobre as incertezas e liberdade para ajustar o caminho. Nenhuma técnica substitui diagnóstico, tratamento indicado ou encaminhamento quando necessário.

Tempo para observar, ajustar e aprender

Quando indicado,
um começo de 90 dias.

Em alguns casos, a clínica propõe um ciclo inicial de aproximadamente 12 encontros semanais. Não é uma fórmula obrigatória nem garantia de resultado: duração e plano são definidos e ajustados conforme avaliação, evolução e necessidades de cada pessoa.

O tratamento é construído com você. O profissional oferece conhecimento, toque, escuta e direção clínica; você traz percepção, história e objetivos. A clínica não associa uma região do corpo a uma emoção, nem usa o toque para “apagar” memórias ou forçar uma liberação emocional.

O foco é ampliar a capacidade de adaptação e a autonomia para viver o que importa. A Organização Mundial da Saúde relaciona envelhecimento saudável à capacidade funcional de ser e fazer o que se valoriza ao longo da vida.

Próximo passo

Vamos começar
pela conversa?

Conte o que você está sentindo. A partir daí, a clínica combina o melhor formato de atendimento para você.

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